segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Porque Deus nos Criou




Uma pergunta bem relevante para nossos dias. Através desta pergunta John Piper aborda um assunto do qual muitas, se não a maioria das pessoas não possuem a resposta. Confira este devocional maravilhoso.




sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Liderar a igreja é um ministério, não um empreendimento administrativo.

Por John MacArthur





Alguns líderes modernos de igrejas imaginam-se a si mesmos como homens de negócios, personalidades da mídia, promovedores de entretenimento, psicólogos, filósofos ou advogados. Essas idéias e conceitos se contrastam, nitidamente, em todos os seus detalhes, com o tom da simbologia que as Escrituras utilizam para descrever os líderes espirituais.

Por exemplo, em 2 Timóteo 2, o apóstolo Paulo empregou 7 metáforas para descrever os rigores do ministério de liderança. Ele apresenta o pastor como um mestre (v. 2), um soldado (v. 3), um atleta (v. 5), um agricultor (v. 6), um obreiro trabalhador (v. 15), um vaso (vv. 20-21) e um escravo (v. 24). Todas essas figuras evocam idéias de sacrifício, labor, serviço e arduidade. Elas nos falam, de modo eloquente  sobre as responsabilidades complexas e diversas envolvidas no ministério de liderar. Nenhuma delas transforma o ministério de liderança em algo esplendoroso.


Esta é a razão por que não devemos supor que o exercer liderança seja algo espetacular. [...]

No plano que Deus estabeleceu para a Igreja, a liderança é uma posição de humildade, amor e serviço. Liderar a igreja é um ministério, não um empreendimento administrativo. Aqueles que Deus indica como líderes não são chamados para serem monarcas, e sim súditos humildes; não celebridades espertíssimas, e sim servos que trabalham com empenho. Aqueles que lideram o povo de Deus têm de ser, antes de tudo, exemplos de sacrifício, devoção, submissão e humildade.O próprio Senhor Jesus serviu como modelo para nós, quando se inclinou para lavar os pés dos discípulos — uma tarefa que habitualmente era realizada pelos servos mais inferiores (Jo 13). Se o Senhor do universo agiu assim, nenhum líder de igreja tem o direito de pensar que é um mandachuva.


quinta-feira, 1 de novembro de 2012

O que acontece quando pessoas com deficiência mental morrem?


Por Adoniran Melo

A Bíblia nos diz que mesmo se uma pessoa com deficiência mental não cometeu pecado pessoal, todas as pessoas, incluindo pessoas com deficiência, são culpadas diante de Deus por causa do pecado herdado e imputado. Pecado herdado é aquele que é passado adiante pelos pais. Em Salmos 51:5, Davi escreveu: “Eu nasci na iniquidade  e em pecado me concebeu minha mãe.” Davi reconhecia que, mesmo na concepção, já era pecador.  O fato de uma pessoa com deficiência mental morrer demonstra que até estes são influenciados pelo pecado de Adão, já que as mortes física e espiritual foram o resultado do pecado original de Adão. O que na teologia é conhecido como hereditariedade do pecado, mas neste sentido também a salvação por meio de Cristo surge como substitutiva através da cruz carregada por ele o que para Paulo é fatídico soteriologicamente falando o que entrou por meio de Adão sai por meio de Jesus Cristo “Porque, assim como todos morrem em Adão, assim também todos serão vivificados em Cristo.” 1 Coríntios 15:22

Cada pessoa, com alguma deficiência ou não, é culpada diante de Deus; cada pessoa tem ofendido a santidade de Deus a vida de cada ser humano é marcada pela existência do pecado nelas. “Na verdade que não há homem justo sobre a terra, que faça o bem, e nunca peque.” Eclesiastes 7:20

Geralmente quando este tipo de pergunta é feita com relação a crianças diz-se que esta criança que morre sem ter chegado a sua idade de responsabilização este é um conceito que ensina que aqueles que morrem antes de atingir essa “idade de responsabilização” são automaticamente salvos, pela misericórdia e graça de Deus. A “idade de responsabilização” é uma crença que Deus salva a todos que morrem antes de possuírem a habilidade de fazer uma decisão para ou contra Cristo de acordo com essa ideia uma criança atinge a idade de responsabilização quando ele ou ela já é capaz de fazer uma decisão para ou contra Cristo.

No caso de um deficiente mental que porte uma deficiência mais severa e que o impossibilite, mesmo em meio a estimulações cognitivas, o avanço de sua idade mental a conceituação teológica que melhor se aplica é a mesma que se aplica as crianças, pois alguns deficientes mentais vivem em estado infantil mesmo com sua idade cronológica já bem avançada.

Apesar de não termos fundamentação consistente para fazer afirmações dogmáticas sobre este tema a verdade é que a Bíblia deixa essa possibilidade em aberto, portanto isso gera um problema teológico o dizer que Deus aplica o pagamento de Cristo ao pecado daqueles que não podem acreditar. Portanto, esse é um assunto pelo qual não podemos ser inflexíveis ou dogmáticos. Podemos, no entanto, ser dogmáticos sobre o fato de que Deus sempre faz o que é certo e um de seus atributos é a justiça, mas toda e qualquer ideia teológica sobres este não passa de uma inferência humana acerca do divino e por vezes a imputação de nosso teologizar acaba por corromper a lógica usada por Deus o que para o homem em inúmeras vezes soa como loucura.

Por conhecer o amor e a graça de Deus, Deus aplicando a morte de Cristo a aqueles que não podem acreditar aparenta ser consistente com o Seu caráter. Creio, então, que Deus aplica o pagamento de Cristo ao pecado das pessoas com deficiência mental, uma vez que não são vistos como mentalmente capazes de entender seu estado pecaminoso diante de Deus e sua necessidade de um Salvador. Porem de uma coisa estou certo Deus é bom em todo o tempo e em todo o tempo Deus é bom.