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quinta-feira, 5 de junho de 2014

Casamento, o Principal Ministério

Por Paul Washer



Deus o levará a um relacionamento com alguém, na maioria das vezes, que não é apenas incompatível com você, mas que é fraco - tremendamente fraco - exatamente nas áreas que você quer que essa pessoa seja forte. Agora, por que Deus faz isso? Eu te digo o porquê... Lembre-se do nosso texto: Romanos 8.28-29. Qual é o objetivo, em tudo que Deus faz em providência para seus filhos? Para conformá-los à imagem de Cristo. Agora, quando você pensa na imagem de Cristo, quais são algumas das características que surgem automaticamente em nossa mente? Bem, para mim, três: Amor incondicional, misericórdia e graça. Se pegar essas três coisas que falei, você pode imitar Cristo nelas. É disso que eu me lembro: Amor incondicional, misericórdia e graça.

Agora, deixe-me fazer algumas perguntas. Como você aprenderá amor incondicional se você está casado com alguém que cumpre todas as condições? Pergunta… Como você aprenderá misericórdia, paciência, longanimidade, amabilidade, compaixão, se você está casado com alguém que nunca falha com você? Que nunca é duro com você? Que nunca peca contra você? Que nunca é lento para ignorar seu pecado e pedir perdão? Como você aprenderá “graça” ou “derramar seu favor” em alguém que não merece, se você é casado com alguém que sempre merece todas essas coisas boas? Você vê isso? Ouça-me, o propósito principal do casamento é que através do seu casamento, você se torna conforme a imagem de Jesus Cristo.

Casamento, eu creio, é o maior instrumento de santificação. Você é casado com uma pessoa que não atinge todas aquelas condições, para que você possa aprender “amor incondicional”. Você é casado com uma pessoa que precisa de misericórdia, então você aprende a concedê-la. Você é casado com uma pessoa que não merece. Então você aprende a dar-se por aquela pessoa que não responde apropriadamente, então você se torna “como” o Deus que você adora. Veja, você adora a Deus por essas coisas, mas não quer dar isso a outros! Você adora a Deus pela “graça”... mas trata sua esposa de tal maneira como se ela não precisasse disso. Você adora a Deus por seu “amor incondicional”, mas você fica irritado com sua esposa quando ela não atinge suas exigências. Percebeu?

Paul David Washer

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Jovens, Como Vocês Sabem Que Estão Certos?

Essa foi a pergunta do grande pregador Paul Washer no congresso da editora Fiel este ano, no qual tive o privilégio de participar em Águas de Lindoia (SP).

Relativismo é um assunto amplo, mas quero aqui tentar debater de um ponto bíblico. E o assunto é: "relativo". Abrangente? Não, desde que você o coloque a luz da bíblia e pergunte para Deus se tal argumento merece ser relativo. Sem esquecer que somos todos seres pensantes e com freqüentes dúvidas. Um exemplo, dentro do âmbito de igreja é: atuar na igreja, ajudar, fazer a obra, ser participante do reino ativamente e outros sinônimos que por aí vai.

Conheço muitas pessoas que assim como eu procuram realizar as coisa na igreja de forma excelente. Não há problemas nisso. Devemos fazer o melhor, é um dever e não uma escolha. Então se você acha que pode fazer de qualquer jeito, melhor nem começar. Um exemplo é a parte musical da igreja.  Cantem louvores com inteligência e não com empolgação espontânea (Salmo 47.7). Já vi muitos ministros perderem o foco, em sua empolgação dizendo-se que é preciso dar liberdade ao espírito. Primeira pergunta: quem somos nós,  para delimitar a atuação do Espírito Santo? (Isaías 43.11). A pergunta não é se estamos dando espaço ou não para Deus agir, isso não é relativo a nós, não somos nós quem decidimos, mas Deus que trabalha tanto o querer como o efetuar segundo a vontade Dele (Filipenses 2.13). Assim como a salvação, isso depende única e exclusivamente de Deus (Romanos 9.15-16). A partir do momento que dedicamos nosso louvor apenas à Deus, e não as pessoas, não forçá-las a cantar, não forçá-la a fechar os olhos ou rituais semelhantes; então lembrarmos que tudo é Dele, Por Ele e para Ele (Romanos 11.36). Isso serve da mesma forma para o sermão, para o ministério infantil, de especiais, de casais e etc. O forçar a barra quando o público parece não responder, ou então criar um ambiente mágico onde as pessoas se sentiram envolvidas não pelo Espírito Santo mas sim por meios superficiais que as levam a tal situação.

Há uma linha tênue em sua capacitação aperfeiçoada e sua dependência em Deus. Uma das duas vai pender ou então, as duas irão se alinhar subordinando-se assim a primeira a segunda. Toquei por muito tempo na igreja e ainda o faço, ma uma das músicas que canto até hoje é From the InSide Out (Hillsong). Um grande amigo chamado Tidi me apresentou ela, e percebi que o que a canção diz: "caí mil vezes diante de Deus, mas a sua GRAÇA me levantou", tem tudo a ver com minha vida. Esta música é um supra-sumo da música gospel que declara nossa total dependência a Deus. Não pode depender de nós, e sim Dele. Nada na vida do crente pode ser relativo, tudo tem que ser para a Glória de Deus.

Nietzsche na sua obra "A Gaia Ciência", disseminou este pensamente estóico, o relativismo, o infinito se abriu para a humanidade. "Não seja sábio aos seus próprios olhos" (Provérbios 3.7). Nossa sabedoria para começar a discernir as coisas neste mundo precisa vir de uma mente renovada pelas SAGRADAS ESCRITURAS (Romanos 12.2). Precisa vir de um temor tão intenso a Deus em nossas vidas, que tudo, tudo, TUDO o que fizermos precisa glorificar a Deus. Pode ser sincero, pode ser correto para você, mais é errado para Deus. Não adianta ter a excelência. O rei Davi um dia resolveu carregar a arca de Deus para Jerusalém em um carro novo, com os guias mais prestigiados na sociedade e com 30 mil soldados. Deus matou esse homem prestigiado que dirigia o carro novo e falou para Davi: não é isso, não é dessa forma, não é relativo, precisa ser como eu ordenei, como eu falei- ênfase acrescentada (II Samuel 6.1-15).

Não sejamos superficiais no relativismo, mas cheios do Espírito para que transbordemos em ações de graças para a glória de Deus (II Coríntios 4.15). Façamos tudo não relativo ao mundo, ou pior, ao que achamos como que tem ser, mas sim baseados no que Deus quer de nós (I Coríntios 10.31). Seja nossa palavra sim ou não.

Jovem como você sabe que você está certo? Como você se veste, anda, fala? Como você sabe?



quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Mensagem de Paul Washer para os Cristãos Brasileiros



Uma pequena mensagem de 5 minutos que podem fazer uma diferença para a eternidade. 
Renata Florencio




Valeu a pena participar deste congresso, Deus abalou nossas bases espirituais que muitas vezes parecem tão sólidas, mas que carecem sempre de um reforço que vem de Deus e não de nossos próprios conceitos muitas vezes.